sábado, 23 de julho de 2011

Cada dia que passa, meus sentimentos estão me dominando, e o pior de tudo, eles querem acabar comigo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O que seria isso?

http://weheartit.com/entry/12179939

Claro que eu sinto saudades, sinto dor, sinto angústia, sinto vontade de sentar em algum canto e ficar ali por um determinado tempo. Nunca me importei com nada, sempre deixei as melhores oportunidades seguirem um rumo mas nunca tentei correr atrás delas, nunca olhei profundamente nos olhos de alguém e disse tudo o que estava guardado, nunca esperei encontrar alguém que mudasse a minha vida, nem que fosse um amigo ou um namorado.
Sempre deixei tudo de lado, olhei para trás sem nem querer saber quem eu deixei lá, continuei andando e seguindo um caminho. Não importa, tudo o que você faz traz consigo uma consequência e uma verdade, traz ainda o prazer da solidão, da dor, do amor, da felicidade. Tudo sempre vai conspirar contra ou a nosso favor, mas é claro, que sempre vai depender da ação de cada um, em relação a sua vontade.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pessoal fiquei alguns dias sem postar, por que estava sem internet em casa D: e ainda falta um pouco de inspiração e criatividade nos meus pensamentos, faz muito tempo que não consigo pensar em algo agradável para postar. Mas daqui a alguns dias estarei postando como antes *-*
E feliz dia do amigo atrasado!

domingo, 17 de julho de 2011

Aquele momento que você cria expectativa para alguém te dizer uma verdade. E você tomar um rumo na vida.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Entre suas mãos e a minha há uma pequena diferença, a liberdade e a vontade. As suas se abrem para o mundo a minha se fecha para o desejo. A sua perde o caminho, a minha nunca o deixa fugir. Mas a minha se preserva tanto que não tem tempo de viver, já a sua viveu tudo o que podia e se foi dando espaço a um novo desejo.

sábado, 9 de julho de 2011

Garota de Programa.

http://weheartit.com/entry/11739545


- Espere um segundo, preciso de um cigarro. Pronto, podemos começar a entrevista.
- Bem, meu nome de programa é Karina, já o que consta na minha cédula de identidade é Victória, aos 18 anos resolvi entrar para a vida de garota de programa, muitas vezes já fui chamada de puta, prostituta, safada, entre outros nomes que eu acho que nem existem em nosso vocabulário, mas o que eu sempre dei risada foi o famoso Bitch americano. 
Não que eu tenha escolhido essa vida por que eu gosto de fazer sexo, mas é mais por um motivo de dinheiro mesmo, e o pior de tudo é que nós não somos tão bem renumeradas aqui quanto lá fora, uma vez eu consegui juntar certa quantia de dinheiro e fui para o exterior (a verdade é que eu fui enganada pelo meu proprietário quando comecei a me interessar por essa profissão e ele acabou me tornando uma prostituta ‘internacional’ sem meu conhecimento, e assim vivi a base de drogas e fazendo sexo com pessoas que nem conseguia ver o rosto, por sorte consegui escapar de lá) fora do meu país ganhamos cerca de quatro vezes mais, além de sermos bem tratadas, os rapazes nos elogiam, nos tratam com carinho, não é como aqui que um cara olha para você achando que você é uma vadia e manda entrar no carro dele, e ainda diz aquelas palavras bem feias como: "Chega aqui gostosa! Entra aqui no meu carro, vem ver a potência", acho isso tão baixo e sem sentido, aposto que eles não tratam as mulheres deles desse jeito.
Pois bem, como disse entrei para essa profissão por questão de dinheiro, no começo cobrava cento e cinquenta reais por hora e alguns achavam caro, eu era uma das mais baratas entre as garotas que estavam comigo, isso por que eu já estava independente e conheci uma galerinha lá que conseguia se virar com o dinheiro que arranjava no trabalho, nisso a gente vivia tudo junto, separava as roupas e acessórios do programa, e o restante era para se divertir nos outros dias, quando não tinha muito movimento.
Desculpe-me acabo entusiasmando e saiu do contexto da história. Mas, entrei nessa vida por falta de condições, cheguei a ter que deitar do lado de uma fogueira junto de uns mendigos da rua, pelo fato da minha família não ter condições. Tanto que um dia uma vizinha me disse que eu tinha que escolher entre ficar no meio daquela pobreza ou ir ganhar a vida, foi ai que eu resolvi arrumar as minhas coisas e viver do meu jeito, claro que eu não tive muita educação também, era muito desinformada aprendi a maioria das coisas na rua, tanto é que cheguei a me arrepender de diversas atitudes e aprendi a viver sozinha e do meu jeito.
Atualmente eu cobro bem mais do que antes, em torno de trezentos reais, pois conforme a gente vai aumentando a idade tem que aproveitar a beleza para lucrar, hoje estou com 25 anos, e nem parece. Poxa eu já nem sei mais o que dizer.
Se um dia eu chegar até um filho, eu vou pegar todo o dinheiro que eu juntei para dar uma educação descente para  ele, e vou explicar que o que eu faço é para o futuro dele, mas que ele nunca deve seguir essa profissão. Não por questão de dinheiro, e sim pelo o conceito que empregam você. Claro que já tentei trabalhar em outros lugares, mas quando ficam sabendo que você já deu para alguém de forma livre por dinheiro, eles mudam todo o conceito deles.

7ª Edição Profissão - Bloínquês

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Olhe, o mundo está caindo, e parece que hoje ele vai descer até os meus pés. Mas até lá, já não vou mais existir, e talvez nem meus filhos.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Relembrando a infância.

http://weheartit.com/entry/11626883
Pessoal, esses dias estava a conversar com um amigo, quando ele me mostrou a abertura do digimon 1, naquela mesma hora me deu uma nostalgia da infância *-*. Era incrível acordar todas as manhas, para assistir Digimon, cantar a abertura do Pokemon. *---------*
Eu tinha anexado um vídeo da abertura do Digimon, mas o YouTube parece não estar mais "liberando" a incorporações para o Blogger (se eu estiver errada me avisem).
Que tal lembrar mais um pouco? ;p

http://weheartit.com/entry/10551964
http://epguides.com/Medabots/
Hiei - Yuyu Hakusho *-* / http://weheartit.com/entry/10921541
É claro que tem bem mais, mas eu ficaria o dia todo aqui colocando imagens. *-*

terça-feira, 5 de julho de 2011

É uma irritação.

http://weheartit.com/entry/11588129

É uma irritação doentia que machuca todo dia, palavras não ajudam, não refletem, não explicam. Preciso de ajuda, não mental, nem braçal, preciso de uma ajuda diferente.
Quem sabe uma pessoa, um olhar, um toque, uma palavra, mude toda esta maldita dor. Talvez, apenas um remédio me ajude, a acabar com esta gripe.



   .....tava pensando o que?. Eu sinto todo dia a minha garganta me matando, talvez ela queira sair e ir embora de mim.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sempre parece.

http://weheartit.com/entry/11583399


A grama do vizinho sempre parece mais bonita, mais cuidada. Parece ser melhor que todas as outras. O problema é que não percebemos que a nossa, só é descuidada por procurarmos defeitos demais em nós mesmos, e vemos a qualidade dos outros.
Eles, não se importam com o que você pensa. Os que se importam, não tem a grama mais verde.

domingo, 3 de julho de 2011

Apenas mais um gole.



“Meu estômago está dando voltas e voltas, Joe...foi o que eu pensei em dizer, mas as palavras mau saiam da minha boca, eu mal conseguia me mexer, tanto que foi Joe que me trouxe até em casa.
Eu apenas pude sentir os batimentos de seu coração e ver os movimentos de sua boca, talvez estivesse me dando algum sermão, ou apenas estava pensando em voz alta, bem eu não me importo, mas preciso logo me deitar.
- Joe me coloque logo na minha cama! – foi à única palavra que pude dizer a ele, que saiu com tal entonação que o seu rosto fez um gesto assustado, mas delicado, era estranho ver ele com aquela cara.
- Calma Emanuele estamos chegando. Não se esforce eu sei que você não está bem.
Com total delicadeza eu pude sentir os seus braços envolvendo o meu corpo, as suas delicadas mãos me deixando suavemente na cama, pude sentir cada fio do meu cabelo encostando-se na cama, minha cabeça deitando delicadamente, e relaxando sobre o travesseiro. Era a melhor sensação que poderia sentir aquele momento, uma mistura de carinho, amor, enjôo, e ternura. Eu amei esta sensação por um bom tempo, e amei, a forma como ele segurou a minha mão.
- Obrigada Joe, nunca pensei que um dia seria tão carinhoso comigo. – nesse momento um sorriso idiota veio de encontro ao meu rosto, e eu não aguentei, eu tive que mostrar a ele, o quanto estava feliz.
- Invente de beber de novo, e eu nunca mais vou te buscar naquele bar. – ele riu.
- Não estava bebendo seu idiota, só estava relaxando a cabeça.
Joe simplesmente ficou cabisbaixo, ele sabia que não iria adiantar de nada os seus sermões, ele me conhecia mais do que ninguém, me conhecia mais do que minhas amigas, mais do que meu marido, mais do que qualquer um que estivesse presente na minha vida.
- Logo mais, preciso ir embora.
Estas palavras doíam mais do que qualquer outra, ele não podia me deixar sozinha em casa, meu homem estava trabalhando, ele precisava ficar comigo. Num impulso, a única coisa que  consegui fazer foi puxá-lo até a cama, e pedir para que fica-se mais, e assim, encostei a cabeça sob o seu peito, e agradeci por ele ter cuidado de mim.
- Eu sempre vou estar aqui, Irmã. - a última palavra que ouvi dele.”  

26ª Edição Roteiro - Bloínquês.

Um enorme vazio.


“Como eu odeio essa cidadezinha, já não aguento mais ver os mesmos rostos, as mesmas pessoas, as mesmas histórias. Nunca me importei com o fato de ser filha única, de não ter irmãos, acho isso até bom, pois não via a necessidade de correr atrás de alguém, tentando defendê-lo de uma pessoa que viria a bater nele ou o ameaçaria, isso se fosse um bom menino, agora se eu tivesse uma irmãzinha obviamente a deixaria solta no mundo para aprender da mesma forma que eu aprendi. Deixá-la-ia jogada ao chão sendo chutada por inúmeros meninos que iriam dizer o quão feio ela é, iria rir muito ao ver seus olhos cheio de lágrimas e suas roupas todas rasgadas, obviamente eu apenas diria a ela, para aprender sozinha com a vida.
Acho que já conhecem um pouco da minha vida, não que eu tenha sido abandonada em um orfanato desde nova e tenha perdido os meus pais, é só que eu nunca me conformei com o fato de não poder viver a minha própria vida, e correr os meus próprios riscos, mas não são esses os motivos de eu estar aqui, sentada, observando esta maldita cidade. Eu só esperava que este lugar pega-se fogo e se ficasse mais animado, odeio lugares quietos, parados e sem rumo algum, odeio quando todos olham para mim e querem saber de tudo da minha vida. Claro, já roubei, já aprontei demais, mas isso não quer dizer que estes seres têm que vir até mim e perguntar que diabos estou fazendo da minha vida.
Eu sei muito bem o que fazer da minha vida, e se eu for errar, vou aprender com isso. Me desculpe estou fugindo totalmente do real motivo de estar aqui, a verdade, é que eu me cansei de viver aqui, de ver as pessoas que eu amo tomando outros rumos, meus amigos já não são mais meus amigos, minha família está indo embora aos poucos, e com isso cresce um enorme vazio dentro do meu peito, queria tanto, que tudo volta-se atrás, e eu sei que um dos caminhos mais fáceis seria pular daqui, mas me falta coragem, e força de vontade. Por que eu sei que tudo vai melhorar. Por isso, a única coisa que posso fazer, é jogar fora as velhas lembranças que tenho do passado, e erguer a minha cabeça e esperar que um dia eu volte a ver os mesmos rostos de antes, mas quero que todos eles vejam a minha felicidade de poder vê-los de novo.
Apenas, gostaria de mandar um abraço e um beijo a cada um que se foi, mas que ainda vai voltar. Maldição, meus olhos se encheram de lágrimas.”

76ª EDIÇÃO VISUAL - PROJETO BLOÍNQUES

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Um pequeno segredo.

Itapira, 01 de Julho de 2011.

Querida vida,
Não sei nem por quais meios começar, nem ao menos como te dizer isso, mas agradeço por ter me privilegiado com alguns feitos maravilhosos. Pude observar ao longo de todo esse tempo meus queridos amigos, familiares, e os meus melhores inimigos, crescendo e se tornando algo que eu nunca imaginei que fosse acontecer.
É claro, que não agradeço por ter me feito lutar tanto, hoje estou aqui, sentada nessa velha cama de hospital, vivendo a base de soros fisiológicos, sem nem ao menos poder desfrutar dos mais variados doces que sempre amei. Mas, agradeço muito por encher meu caminho de desafios e decepções, pois foi assim que eu pude perceber quem estava do meu lado, e quem eu deveria estender minha mão mesmo depois de errar.
O pior de tudo, não é tentar me revelar a você, o pior é não pode agradecer aos que sempre estiveram comigo, que me alimentaram, fizeram do impossível para me garantir um bom futuro, e que eu acabei por agradecer assim, sentada numa cama qualquer, observando o céu, respirando este maldito cheiro, e ainda, nunca ter voltado atrás para dizer que me arrependi de ter fugido de casa, por um simples homem, que agora, nem sequer olha para mim.
Percebo, que serão minhas últimas palavras, o sangue começou a escorrer novamente pelas minhas pernas, sinto a dor aumentado a cada segundo, não irei aguentar mais. Mas por cada instante desses, eu faria tudo de novo.

Obrigada.