sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um simples restaurante. Julgando aos outros.

http://weheartit.com/entry/19952979

Meu nome é Adriano, começo o meu dia como todos os outros, acordo com uma camiseta velha, ás vezes de bermuda, sem elas, para mim não faz diferença, desde que eu esteja bem comigo mesmo. Mas, hoje, diferente dos outros dias, estou com vontade de comer fora, não estou com a mínima vontade de vestir aquelas roupas formais que tenho em meu guarda-roupa, talvez eu vista a primeira roupa que encontrar talvez eu jogue todas no chão e procure pela a que chama menos atenção, talvez eu apenas diga que vou sair e continue aqui, nessa cama, olhando a janela do meu quarto, esperando que o prédio da frente venha a cair para que meu dia tenha um pouco de movimento.
Decidi, vou ir jantar mesmo, são quase oito horas da noite, e ainda preciso tomar um banho. Tudo pronto. Peguei a primeira roupa que me veio a cabeça, peguei a que me faz lembrar ela, a que me faz me sentir bem, pois foi com esta roupa que algumas coisas incríveis aconteceram, lembranças veem a tona, o que eu posso fazer? Preciso colocar meus sapatos, mas quais?, optei por colocar meu velho All Star sujo.
Agora, é escolher qual restaurante vou jantar. Sentei no banco de meu carro, coloquei a mão no volante, poxa quanto tempo faz que eu não dirijo, tive uma ideia, entrarei no primeiro restaurante que encontrar no quarteirão.
É um restaurante da High Society, mas eu não me importo daqui uns dias irei voltar aqui. Andei alguns metros até a recepção, o lugar estava repleto de enfeites de natal e luzinhas que prendiam a atenção e faziam com que eu pensasse em nada, dei uma olhada nos casais que estavam a minha frente, todos muito bem vestidos, uma moça estava acompanhada de um homem mais velho, talvez, seu pai; ela virou-se um pouco para trás, me olhou dos pés a cabeça, fez uma cara de nojo e segurou mais forte o braço do homem, talvez ela achasse que eu fosse roubá-la. Tonta, foi o que passou na minha cabeça quando ela me olhou com aquela cara. 
Bem, agora era minha vez de ser recepcionado pela moça que estava atrás de um "altar de madeira" me olhava pior do que todos os outros casais, talvez ela desejasse que eu fosse embora logo, para que ela pudesse desinfetar cada canto que eu encostasse, fiquei pasmo com esta recepção, apenas disse a moça que queria um bom lugar, e ela nem sequer olhou para mim, apenas disse "a mesa é por ali, apenas entre nessa sala e procure um lugar vazio.", eu apenas a obedeci, fiz um gesto de agradecimento, e procurei um lugar próximo a janela. Sentei-me. Percebi que imediatamente, a recepcionista corria para a cozinha, e falava algo do gênero: "Hoje teremos mais uma pessoa para ajudar vocês a lavarem os pratos."
O garçom com toda formalidade, me olhou como uma pessoa qualquer, pois ele sabia que eram essas pessoas que pagavam teu salário, diferente da recepcionista. Ele perguntou o que eu queria, apenas pedi um prato simples, e uma boa garrafa de vinho. Enquanto ele se retirava para avisar ao chefe, fiquei observando a forma que a recepcionista tratava os clientes que pareciam dotados de dinheiro, ela simplesmente sorria, elogiava um colar ou outro de uma dama, acompanhava eles até a mesa, fiquei pasmo, como uma pessoa pode ser capaz de achar que atitudes assim podem levá-la a algum lugar? 
O meu pedido chegou, agradeci ao garçom e dei a ele algumas gorjetas, comecei a comer. O rapaz jovem de terno voltou, e perguntou se eu queria algo mais, olhei para ele, e perguntei: "Porque não age da forma que tua colega age? Porque não me trata de forma diferente?", ele sorriu, e apenas disse: "Sei que como todos os outros se está neste estabelecimento é porque o senhor pode pagar, ou simplesmente, gosta da comida, mas não deixa de ser como todos os outros, quando não estou trabalhando, não gosto de vir aqui, porque eu sei que este lugar não é para mim, eu como em outros lugares, nem que seja uma lanchonete, mas é porque eu gosto de ver como as pessoas não ligam para a forma que eu me visto, ou se sou o garçom de um restaurante, é por isso que eu trato os outros da forma que quero ser tratado". Antes que ele se retirasse pedi a conta, ele a trouxe, e fui embora.
Bem, voltei a minha casa, deitei na minha cama e dormi. Passou-se uma semana desde minha ida aquele restaurante, hoje era o dia de voltar lá, não que eu quisesse, mas era meu dever. Tomei um banho, coloquei meu terno, meus sapatos caros, e estava na hora de ir. 
Como de esperado, as pessoas não olhavam para mim, nem comentavam nada, a recepcionista me recebeu com um sorriso enorme, olhava nos meus olhos, e me acompanhou até minha mesa, disse que estava ás ordens, eu agradeci. O jovem garçom apareceu, e comentou que eu havia mudado meu trajado, deixou o cardápio à disposição e foi atender outra mesa. Pedi a comida mais cara. Peguei o bloco que estava no bolso de meu casaco, e comecei a escrever, o garçom retornou a mesa e perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim, e pedi a conta. Paguei, e ao passar perto da recepcionista, ela sorriu e disse: "Volte sempre!", eu olhei para ela, coloquei meu bloco sobre o lugar que ela anotava lugares reservados, e terminei meu texto, e pedi para que ela lesse o final: "Bem, hoje termino a minha jornada pelos restaurantes ao redor de minha casa, e percebi que não é a personalidade do estabelecimento que o faz grandioso ou bonito e sim as pessoas, há algumas semanas atrás vim jantar no Pallace e fui recebido da pior forma possível pela recepcionista, percebi que restaurantes não são feitos ou movidos pelas pessoas que nos atendem, mas por quem tem o carinho de nos receber, como os garçons, e os cozinheiros que apenas fazem seu trabalho sem olhar quem vai chegar ou se retirar. Admito que esta foi uma experiência e tanto, pois a recepcionista jamais poderia imaginar, que o rapaz que se trajava como qualquer outro em uma noite qualquer, poderia voltar, mas exercendo sua profissão, a de crítico." Ela olhou para mim, ficou pasma, eu apenas peguei meu bloco, e disse que talvez ela fosse precisar arrumar um novo currículo, e assim, terminei a minha noite.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Escolha de carreira, seguir uma profissão.

É bem estranho isso, não é mesmo? Milhares de pessoas aparecem e te jogam a perguntar "O que você quer ser? Qual profissão vai fazer?", o problema é responder a essa questão e tomar dessa resposta o seu guiador, então, você percebe que não é tão fácil assim, que você precisar passar por uma série de exames, de provas, e percebe que, alguns dos melhores 'pensadores' do mundo, jamais pensaram em fazer uma faculdade, prestar uma prova, ou até mesmo continuar a escola.
O problema é que sinônimo de faculdade hoje em dia, virou um conceito de que a pessoa realmente sabe o que ela cursou, sendo que o verdadeiro sentido é outro. Fiz um curso técnico a pouco tempo, e vi que na reta final do curso ainda haviam dezenas de leigos no assunto, e por acaso, alguns deles deixou de ser reconhecido como técnico em informática? Não. Eles ganharam o mesmo prestígio que alguém que passou a tarde inteira estudando para fazer uma prova ou outra de determinada matéria, terminaram da mesma forma, mas a diferença se encontra no mercado profissional, mas, a verdade é que não, se um desses leigos tiver conversa, ele convence rapidamente um individuo da sua capacidade, mesmo que, esteja errado.
O problema começa quando você percebe que, o pensamento inicial de profissão vai embora, por falta de competência, exigências e habilidades que façam com que o mesmo possa se tornar real. Quero dizer, não se pode pedir a um jovem que comece a querer tomar rumo em sua vida sendo que ele tem apenas 1 ou 2 meses antes da prova, e sim que se peça ao jovem e o apoie desde o começo para realizar todas as exigências que são necessárias nesse mundo, para que um indivíduo seja considerado indivíduo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A arte de não conseguir por si só, atingir seus objetivos e fazer deles o certo.

Janela


Havia uma casa, havia uma janela, uma janela de vidro que protegia uma pessoa das coisas do mundo lá fora, coisas que à atormentavam...
O tempo passava e tanto a pessoa quanto a pobre janela sabiam que algumas coisas não eram possíveis de se impedir...
Planos, angústias, ambições, repressões...
Existem coisas que passam pelas janelas...
São coisas da alma, do coração...
As vezes são boas, boas para quem sente, boas para todos...
Algumas não. Simplesmente não são boas para ninguém.
Mas a pobre janela continuava lá... fechada, acreditando estar protegendo quem estava inseguro dentro da grande casa.
Um dia, a tal janela foi aberta, e mesmo sem entender, permitiu que assim fosse...
A pessoa então saiu, encarou seus problemas, venceu alguns, perdeu para outros (normal)...
Tornou então suas ambições objetivos que serviram de impulso... Fez o que queria fazer...
Pisou em seus problemas.


Aí a pessoa abriu os olhos e percebeu que era apenas um sonho...
E a janela continuou fechada.

Everton Loffi - Lisergia em forma de texto

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

NeverLand, 23 de Novembro de 2011

http://weheartit.com/entry/18013687


Querido Diário,
Espero que o meu novo eu, encontre esta carta, que provavelmente será esquecida, em meios aos planos e papéis da vida, espero que, as amizades tenham prevalecido, mesmo que não sejam as mesmas.
Considero que o pior não seja ver as pessoas ir embora, nem ao menos dizer adeus a elas, mas apagar todas as memórias delas, esquecer de tudo que foi criado, feito, vivido, tenho medo de um dia acabar em uma cama qualquer, esquecida, sem nem ao menos poder pegar uma foto, levantar os dedos, sorrir, correr, tenho medo, de esquecer das pessoas que fizeram parte da minha vida.
É estranho, mas eu espero que quando esta carta estiver totalmente velha, amassada e feia, eu possa encontrá-la e ler cada pedaço dela, e lembrar dos pequenos seres que conseguiram arrancar um sorriso meu a cada instante, sendo na alegria ou na tristeza, é claro, sei que irei chorar ao ver isto, porque, infelizmente todos vão embora...
Espero que tenha guardado todas as lembranças, e ainda que deixe a tristeza de lado para poder correr atrás do que não foi vivido, espero que os planos tenham sido realizados, até porque, planos devem ser cumpridos e não serem simples promessas quebradas pelo rumo do tempo, desejo imensamente nesse momento, que o meu novo eu, tenha aprendido a valorizar as pequenas coisas, e que, não tenha dito palavras em vão, pois da mesma forma que sofri no passado, não quero que os que estiverem ao meu redor, sintam a infelicidade de perder e esquecer. 
São meras palavras, meros pensamentos, mas eu gosto de escrever, mesmo que seja para mim mesma. Por favor, não tenha mais medo do tempo.

Pequena Garota.


70ª Edição Cartas

Tema:  Do que você tem medo?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Quando o ego fala por si

Não deixa que tomemos conta de nós mesmos, é estranho não?, mas um professor meu disse a seguinte frase na aula "Somos egoístas porque quando uma pessoa está morrendo a gente não quer que ela morra, quer que ela fique conosco, mesmo ela sofrendo, ao invés da gente querer que ela morra logo para acabar com a dor" e realmente, quando ele disse isso eu lembrei de uma amiga minha que se queixa de um problema, de mim que vivia reclamando da minha situação, de seres que eu perdi, e de fato, somos egoístas.
Seja na forma de ciumes, de querer uma pessoa só, mas, o que mais podemos fazer? aprendemos a viver assim, pelo menos no Brasil é assim, somos muito afetuosos, já em outras culturas não, como no Japão. Acho que quando perdemos algo, não é para remoer aquilo dentro de você como se houvesse algo que pudesse ser feito, é apenas deixar isso se tornar livre, e sair por ai, como deve ser as coisas.

domingo, 20 de novembro de 2011

Desprenda-se

http://weheartit.com/entry/18057266



Você apenas acha que conhece o mundo, que pode comandar a todos, que tem amigos para sempre, mas você não deixa de ser, o garotinho(a) da camiseta dada pela mãe, da bermuda de marca, dos tênis novos, do caderno limpo, sem rabiscos, dos amigos que aparecem para beber, do carro novo.
Mas, nada disso te faz realmente feliz, fingir não te torna mais uma pessoa, fingir não pode te alegrar, talvez, o que falte é se desprender um pouco do que não é real, se desprender dos bens materiais, começar a correr atrás das coisas, deixar de lados aqueles que apenas te mantêm na mesma rotina, na mesma dieta idiota, tentam te fazer continuar nesse mundo falso.
Chega, se liberta, se joga, faz tudo diferente, não faça uma faculdade, ganhe na mega sena, participe de um torneio de boxe, lute até cair no chão e sangrar, converse com um estranho na rua, carregue um gás de pimenta, corra, viaje sem passaporte, não venda drogas, ou venda-as, tente livrar-se do que te aprisiona num falso mundo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Sei lá.

Este post não terá o minimo de sentindo, e ainda vai estar repleto de erros, se não gostar de erros, corra para as colinas...procure outro post. =D
Primeiramente, parei de postar um pouco, pq ando com a cabeça meio vazia, o coração sem nada, a mente sem cabeça, a cabeça sem pescoço, o pescoço sem corpo, o corpo sem alma, e a alma sem vida.
Resumindo: Estou um bagaço, ando super chateada cmg mesmo, ou com alguém, aliás, nem eu sei o que eu tenho. D=
Mas, como de costume não vou abandonar aqui, ainda vou postar, tenham paciência. Sou apenas uma pessoa.

Na boa, quero desabafar, mas não sei o que desabafar.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

?

http://weheartit.com/entry/14727628

A voz não sente vontade de sair, o corpo de se movimentar, o cérebro exige atitudes, a mente tenta se abrir e acaba se fechando, o mundo tenta-te consolar mas só piora as coisas.
É, estresse interno. Tenho tanta vontade de abrir minha mente, engolir um livro, e que mandar tudo ir para o inferno, de deixar tudo acabar consigo mesmo, e dizer que a vida é uma só e eu não preciso disso, mas não funciona assim.
O auto conhecimento não interessa, as pesquisas que você faz diariamente em busca de respostas para algo não comprovado não fazem de você uma pessoa inteligente e dotada de sabedoria, te fazem apenas curioso e com sede de conhecimento. Eles querem saber de coisas que você aprendeu, e não importa se teve dificuldade ou não disto, você tem que dominar tudo, até os cálculos mais difíceis, os escritores mais conhecidos, as inúmeras fórmulas, e ter de escolher entre algumas alternativas um único resultado, não importa se você tem problemas para exatas ou humanas, você tem que dominar ambas, tem que ser flexível a algo, e um superdotado a mais pode passar você em questão de pontos, de virgulas, de textos, e até mesmo de facilidade.
Nunca fui dotada de sabedoria universal, sempre troquei nomes de historiadores, épocas de acontecimentos, mas isso me faz uma não inteligente? Não, isso apenas mostra que tenho conhecimento de algo, mas não totalmente profundo. E aqueles que não conseguem efetuar uma simples equação, como ficam? Apenas, se perdem entre números.
Claro, admiro os dotados de interesse por diversas áreas, mas acho irrelevante, você estudar ao longo de um período para utilizar uns dois ou três itens correspondidos a isto, e ainda, ter como concorrente alguém que nem necessite de muito estudo, por que sabe que vai ter um melhor desempenho com alguns pontinhos a mais em sua média.
Admito, sempre vou ficar perdida entre todos, sou uma mera balanceada que não tem total conhecimento de tudo, e que muito menos tenha capacidade de pensamento rápido, que apenas lê uma questão e sabe de cara a resposta, sou do tipo que passa uma semana em um exercício e mesmo assim, às vezes, não consegue resolver.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Uma senhora, uma velha história.

http://weheartit.com/entry/14742967


Olá, sei que é meio estranho e até idiota começar a escrever algo e dizer as minhas qualidades, bem me chamo Sofia tenho sessenta e dois anos de idade, sou daquelas pessoas bem chatas mesmo, pois sempre que alguém aparece em minha residência ou entra em algum tipo de contato comigo começo a relatar histórias de minha vida e chego até a esquecer do que estava falando, algo que para muitos é irritante, pois sou velha e ninguém quer saber das coisas que passei, mas sempre disse a eles: a voz da experiência é daqueles que viveram de tudo, e acredite sou dessas.
É estranho, mas estou sentada numa velha cadeira de palha, e ela faz um barulho irritante, como se fosse uma gata insinuando-se para um macho, chamando-o para procriação.
Pois bem, um dia esbarrei em uma cômoda e encontrei um bilhete no meio do livro que dizia... Desculpe onde estava mesmo? Pois é, esqueci de mencionar qual era o livro, é um velho livro que tenho guardado em meus pertences e espero carregar ele pelo resto da vida que me sobra, e se possível ter ele enterrado junto a mim, sabe por quê? Era nele que eu contava tudo de minha vida: meus namorados, quando fugi de casa, minha primeira relação amorosa, minha primeira noite usando drogas, e por assim vai.
Bem este pequeno pedaço de papel está aqui, entre minhas pernas, realmente, é um velho pedaço de papel, mas em perfeitas condições, sua cor é azul e nele há palavras contidas em diferentes cores. Eu amo este mero pedaço de papel.
Sabe, algo muito interessante aconteceu hoje, encontrei uma filha minha que há anos não via, ela tem trinta e dois anos, cabelos loiros, e olhos escuros, tem o rosto de uma criança, e quando percebo a educação que seu pai lhe deu sei que teve uma boa vida, acho que o meu marido a tirou de mim por que dava a ela má influência, mal completara seus treze anos, e eu estava falando sobre drogas, sobre sexo, e que não era para ela se preocupar se ela fosse lésbica, eu iria entender. Uma coisa que nunca compreendi é por que eu ainda estou casada, mas nem sequer vejo o homem com quem fiquei quase trinta e cinco anos.
Droga, sempre estou esquecendo onde parei, deixe-me ver se lembro interessante tem um pedaço de papel em meio as minhas pernas, deixe-me ver o que é. Eu me lembro bem dele, até hoje tem aquele cheirinho de infância, de adolescência, foi minha mãe que me deu, e com base nisso segui minha vida, mas não fiz conforme ele, pois deixava as coisas acontecerem no mesmo dia, acho que foi por isso que aprontei tanto.
Sinto meus olhos doendo, minha vista cansada, talvez eu tenha que abandonar mais um livro e deixá-lo em algum canto, que nunca mais irei encontrar. Vou-me despedindo de quem por ventura encontrar esta folha em meio a tantas, ou então que encontrar os outros e esse também.
Já me ia esquecendo, a frase era: "Deixe o melhor para o final, pessoas são curiosas. Minha querida."


                                                                                                                83ª edição conto/história

Tema: Encontrei um bilhete no meio do livro que dizia (...)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mudança. Personalidade.

http://weheartit.com/entry/14522478

Para dizer a verdade, jamais imaginei que as pessoas pudessem ser o que deixaram de ser a anos atrás, algumas passam por transformações constantes de cabelo, corpo, roupas, mas fico pasma ao ver aqueles que mudam de personalidade, de caráter, é claro, podemos mudar, mas deixar de ser algo que te fizeram ser? Sim, te fizeram ser algo que você nunca percebeu, as palavras que você diz, veem dos seus amigos, dos seus familiares, de blogs, de vídeos quaisquer, é claro, tratando-se apenas de palavras, de coisas que mudam e se acostumam com o meio.
Mas, o caráter de alguém é algo que deve ser preservado, é a essência de que uma pessoa existe, e nunca teve vergonha de ser o que é. Mudança, atitudes, isso não significa que sua vida seja algo diferente, e que você tenha que se adaptar para agradar uma minoria, temos um mundo ao nosso redor, temos pessoas, seres nascendo a cada minuto, a cada segundo, e nem por isso, precisamos dizer e falar o que eles querem ouvir.
O que me agrada, é o fora do comum, o que é contra os meus costumes, contra as minhas vontades, o que me evita, mas mesmo assim continua comigo, algo que me faz rir e mesmo assim chora, são pequenos detalhes que eu jamais gostaria de ver mudar.

domingo, 11 de setembro de 2011

Itapira, 11 de Setembro de 2011.

http://weheartit.com/entry/14576066

Querida,
Sei que por inúmeras vezes desligou o telefone na minha cara, me chamou de otário, dizia que não queria nada comigo, mas, eu não aguento, sempre que olho para o meu mural de fotos, veem a lembrança de quando éramos um casal, de quando ficávamos juntos.
Provavelmente deve ter rasgado a carta, quando viu de quem era, então não terei medo de me abrir, de dizer tudo o que ficou guardado na minha mente, tudo o que eu deveria ter feito, deveria ter dito, aliás, não deveria ter dito nada, só não poderia ter te deixado ir embora.
Eu fiz muitas coisas por você, lembra do dia que fomos a praia? E você me pediu para comprar um sorvete para você? E eu estava sem grana, mas você olhou com uma cara para mim, e eu sabia que precisava fazer isso, e comecei a mendigar em busca de dinheiro só para comprar o sorvete para você, lembra que eu cheguei a fingir que era cego? Usei seus óculos, roubei uma bengala que achei numa lanchonete, e depois de comprar o que você queria, o que você fez? Simplesmente pegou o sorvete, perguntou qual era o sabor, e o jogou fora. Você tem noção o que eu passei para comprar aquela droga?
Droga, se tiver algumas manchinhas aqui na folha, ignora, são lágrimas. Eu devia dizer muita coisa aqui, mas tudo sumiu da minha cabeça, sabe, às vezes eu só queria mesmo, poder te abraçar, te beijar, eu adorava a forma como você sorria, mesmo às vezes parecendo forçado demais, quero pegar nos teus cabelos, quero sentir teu corpo junto ao meu, por que, me responde, você me deixou? Tudo o que eu fiz não foi o suficiente?
O problema é que eu nunca vou entender as mulheres, algumas delas precisam tanto de um homem, mas quando acham um, o tratam tão mal, como se eles não significassem nada, nada mesmo. Lembro do dia que te conheci, você tinha largado do namorado, tava triste, e eu fui lá te consolar, era seu melhor amigo, até a gente começar a namorar, e eu perceber quem você realmente era, uma idiota, que não sabe valorizar porra nenhuma, mandava eu matar as aulas de física para ver você, e quando eu chegava na droga do lugar, você estava na janela do outro andar, rindo da minha cara, e depois, eu ficava sem jeito de explicar o que estava fazendo lá fora. Você me fez perder um ano inteiro. O pior de tudo não é isso, o pior de tudo era ouvir você dizer que gostava de mim, e depois quando eu te ligava para a gente sair, você vinha com uma desculpa qualquer, e eu descobri que essas desculpas significavam que você estava com outro cara.
O que me mata, é saber que eu fiz de tudo por você. De tudo mesmo. E quer saber...eu era um babaca, então pegue aquele maldito bilhete que deixou no armário da escola e engula, por que eu não vou ser otário de correr atrás de você, eu prefiro sofrer sozinho do que ser um pessoa cujo os sentimentos não são levados a sério, por um boneco que nunca terá coração.


com amor, 
Dereck.
ps: espero que nada mude entre nós.


59ª Edição Cartas®
Tema: Seu namorado é um banana!
Projeto Bloínquês.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Era mais uma garota confusa, enganada de seus sentimentos.

http://weheartit.com/entry/14324535

Lisbeth com seus trinta e um anos, estava sentada num bar qualquer a espera de qualquer coisa, havia acabado de tingir o cabelo de roxo, ele cheirava a quilômetros, sabia muito bem que isso iria fazer com que os caras a deixassem em paz por um momento, mas sua estatura já a ajudava demais em relação a isso, lembrava sempre de quando estava na época de escola, e todos os meninos queriam brigar com ela, pois sabiam que iriam ganhar, e ela não era lá aquelas coisas.
Em meio a drinques de vodca, batida de vinho e um pouco de rum, começou a se sentir feliz, até por que, havia acabado de terminar um relacionamento e o que mais procurava era uma diversão, ou apenas sentar num lugar.
Quando percebeu, já estava em transe, não tinha consciência de suas atitudes, algumas meninas a olhavam, e Lisbeth correspondia, mostrava a língua e começava a requebrar como uma louca nos rapazes, como resposta as garotas acabavam por rir e ir embora. Lisbeth se sentia satisfeita por tirar algo que tiraram dela um dia. Um homem.
Começou a sentir seus pés doendo então resolveu sentar, deitou em umas daquelas almofadas que te engolem, e ficou ali, olhando as luzes do barzinho se movimentando, e começou a se sentir mal, e apenas ergueu a cabeça, e se perguntou que diabos estava fazendo da vida. Então fechou os olhos. Foi quando, sentiu uma cabeça tampando a luz, e apenas fez um gesto com a cara pedindo para que o indivíduo se retirasse. Ele não obedeceu.
Ela abriu os olhos, fez uma cara de que iria bater na pessoa que a estivesse incomodando, e o rapaz apenas a olhou e foi embora. Após algum tempo, ela estava tentando se lembrar daquele rosto, jurava que já o tinha visto, e assim ela pensou "Aquele olhar me pareceu familiar", foi então que o reconheceu, era o seu ex.
Num ataque, ela se levantou e começou a procurar por ele, por algum motivo ela o queria de volta, estava precisando de um abraço, de um carinho, de uma pessoa. Começou a correr em meio ao bar, olhando os banheiros, chegou até a pular o balcão e procurar pelo rapaz moreno que havia conquistado seu coração.
Sentia uma dor estranha no peito, como se algo fosse a fazer muito mal, fosse deixá-la pior. Deu conta de que estava no meio da dança de um casal, e ao colocar um de seus pés para trás, olhou adiante, e apenas viu uma mão segurando uma cintura, uma língua com outra, um rapaz alto, e lágrimas começaram a escorrer, ela apenas fugiu.
Era mais uma garota confusa, enganada de seus sentimentos.

82ª Edição Conto/História
Projeto Bloínquês.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O que é: Lisergia em forma de Texto.

Lisergia em forma de Texto é um espaço destinado a um amigo meu, o Everton, que gostaria de postar algo mensalmente, mas que não tivesse muito sentido, algo NO SENSE, então eu resolvi abrir esse espaço para ele, e a cada mês vocês irão ver um post dele, a coluna entitulada: Lisergia em forma de Texto.
Obrigada a todos que estão acompanhando o blog!

Lisergia em forma de Texto.

http://weheartit.com/entry/12063826


Bom, não sei se devo começar falando de átomos, de água, de cães, céu ou de potássio... Devo falar de tudo? ou nada? - Essa dúvida me acompanha sempre que começo a escrever algo - Seja o que for, a dúvida sempre está lá. Tem quem duvide de minha existência... -Eu por exemplo ¬¬.
Isso me lembra a história de uma menina que também escrevia, em um lugar qualquer onde o céu era roxo, sua existência questionável, o sol era maior do que estamos acostumados, segurava um papel que brilhava muito e ele, o papel, se balançava com o vento, mas ela insistia em segurá-lo para anotar o que queria, mesmo ela não sabendo exatamente o que escrever. Seria talvez uma carta de amor, para alguém que não a amava.
Contava as linhas.... mas as letras não... eram muitas.. não valia a pena... talvez algumas palavras.. lidas, relidas...Não havia borracha, as palavras deviam ser sinceras e concisas, por mais fácil que a teoria demonstrava ser, na prática, não era.
Mas o sol a observava, já faziam 40 períodos de tempo de seu planeta, e lá ficava ela.. escrevendo... -Há fé de que ela não esteja sozinha nesse espaço.
Quando haviam cerca de 40... 45 linhas... -Não lembro ao certo... eu estava no sol... eu me via, via ela, mas ela estava distante...
Ela parou, releu todo o conteúdo, e com um arrependimento daqueles em que amassamos e começamos de novo... ela... voltou a ser pó... Aí eu percebi que era apenas a natureza exercitando seus versos. -Dessa vez ela não jogou os textos mal feitos em nós.
Quando acontece algo, Bem ou Mal... Alguém ou Algo planejou isso.

Ficamos com o que é amassado e jogado fora, ou, ficamos com o que, de fato, ficou bom?
-A natureza não nos responderá...Não tão cedo... Não Aqui...


http://weheartit.com/entry/14325865


Oi, meu nome é Everton Loffi. Escreverei aqui todo mês.
Meus textos serão NO SENSE, sim, sem sentido para aqueles que pensam de maneira normal.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Se tiver erros me chute

http://weheartit.com/entry/13875586
 
Me procure, me ignore, se disfarce, não ligue. É tanta coisa, tanto trauma, tanta anestesia, tanta pressão, que fica impossível virar a cara e sorrir, fica impossível não sentir aquela dor de querer fazer algo novo, de querer mudar, e não poder, de ver um mundo indo contra você, e o pior de tudo, dizer que nunca irá dar certo.
Faculdade, cursos, carreira, emprego, o que tudo isso quer dizer? Seria essa a definição de sua vida? da minha? de todos? Artistas, criatividade, conhecimento, um papel diria, realmente, o que você fez e deixou de fazer?, e ainda provar quem você é?.
Jamais irei entender, o que toda essa sociedade quer.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Hoje a sociedade valoriza e estimula as diferenças ou incentiva os indivíduos a buscar a uniformidade e a isolar aqueles que são diferentes?

http://weheartit.com/entry/14052016

Atualmente nossa sociedade é composta por indivíduos que tem como antecedentes aqueles que vivenciaram uma época de preconceito, este ainda muito presente, e parte desses ao verem seus filhos acompanhados com homossexuais ou pessoas de cor acabam por agir de forma indiferente, mas, apoiando seus filhos a agir da forma que não haja a presença da indiferença. Assim, a cada passagem de geração temos a menor consolidação do preconceito ou sua maior incentivação, pois muitas famílias exigem e provocam no filho a reação de seguir rigorosamente seus atos ou apenas parte deles.
Hoje existem projetos que auxiliam aqueles que são considerados diferentes ou apenas mais fracos, entre eles: a cota para negros, a diminuição do salário em algumas profissões para as mulheres e a relação da palavra diferente como algo que não se encaixa na sociedade, então não deveríamos dizer: "a nossa sociedade incentiva os indivíduos a  buscar a uniformidade e a isolar aqueles que são diferentes", pois se o fizesse, atualmente teríamos profissões, casas, roupas, música e ruas 'fora do comum' apenas para aqueles que não se encaixam em um determinado padrão.
Dessa forma, deveríamos considerar que "hoje a sociedade valoriza e estimula as diferenças" de forma que não seja tão percebida e não cause tanto impacto, pois cada um pode ter um conceito sobre algo, mas quem impõe restrições a este não é a população e sim, as regras de uma minoria.

sábado, 27 de agosto de 2011

Uma garota. Um policial.

http://weheartit.com/entry/2453891

Não aguentava mais correr, a polícia estava sempre me perseguindo, qualquer que fosse o lugar que eu me espreitava a entrar, eles me encaravam, com suas lanternas e suas sirenes, prontos para me colocarem algemas e me levarem à delegacia.

Foi em um beco escuro que eu me descontrolei, acabei escorregando numa poça d’água e perdi o equilíbrio, quando dei por mim, já estava dentro de um carro, ouvindo um dos rapazes de roupa azul, aparentemente de idade e com falta de aptidão física, se queixando de tanto correr com seu companheiro, ele disse que se eu o fizesse de novo me daria um tiro, e ainda diria que seria por legítima defesa. O que mais eu poderia fazer? Simplesmente me acomodei no carro e observei a paisagem, nunca gostei daquela cidade, ela era muito escura, lembrava aqueles filmes sobre heróis de Hollywood, que quando uma moçinha está sendo perseguida por bandidos corre para um beco e começar a gritar por socorro, e em meio à chuva aparece um rapaz e manda os vilões largarem as armas.
Exatamente depois de vinte minutos, chegamos à delegacia, já tinha me acostumado com o banco daquele carro, me lembrava uma cama de hospital que no começo é dura, mas depois se torna confortável, em meio a essa sensação senti uma mão dura e totalmente bruta me segurando pelos braços, e uma voz bem mais grossa do que a dos policiais que estavam no carro, quando percebi já estava fora do carro, subindo uns degraus, e com diversas luzes fortes no meu rosto, eram câmeras.
Quando dei por mim já tinha entrado na delegacia e estava sentada numa cadeira, tinha alguns papéis sobre a mesa, e acabei nem ligando tanto para eles. Notei que estava vivenciando um interrogatório e que diferente de todos os meus sonhos não era eu quem iria perguntar e esperar uma resposta, e sim o contrário. Não havia ninguém na sala, mas aquela janela preta estava bem na minha frente, eu sabia que tinha alguém logo atrás dela, observando todos os meus movimentos, diferente dos meus sonhos a sala era bem maior, e também bem iluminada, a mesa era redonda ao invés de retangular, a minha cadeira era confortável e tinha uma cor não muito escura.
Ouvi um barulho de uma chave abrindo a porta, um jovem disse que estava tudo bem, e logo atrás dele havia outro homem, este com cabelos grisalhos e usando óculos, o jovem posicionou-se atrás de mim, enquanto o senhor simplesmente sentou na cadeira e abriu a pasta com os papéis que eu havia ignorado. Senti uma agulhada no meu braço, e soltei um belo de um palavrão. Bati a cabeça na mesa, e perguntei que diabos eles estavam fazendo, o homem apenas respondeu que era uma espécie de vacina que iria me fazer dizer somente a verdade, o jovem jogou fora a seringa e saiu da sala.
O senhor começou a me encarar, começou a jogar algumas imagens na minha frente, com algumas prostitutas que segundo ele tinham sido mortas por um bando de rapazes que há meses eles tentam encontrar, e que faziam parte de uma organização secreta que tinha como fundamento acabar com tudo que não preste para eles e que não dê lucros, em seguida jogou mais algumas imagens, nelas tinham algumas pessoas que sofreram queimaduras de terceiro grau, mas que ainda estavam vivas, segundo ele moradores de rua. Fiquei parada, observando os movimentos daquele homem que não parava de contar sobre esta organização, como se eu não soubesse de nada, havia me cansado de ouvir sobre eles, então deitei a cabeça na mesa e comecei a encarar o senhor, ele cruzou as mãos e botou-as embaixo de seu queixo, como se estivesse pensando, e disse que iria parar de falar de algo que eu já conhecia sobre, e pediu para que eu contasse tudo para ele, até onde os rapazes estavam.
Mas que diabos, foi o que eu pensei, como um policial desses pode achar que eu iria revelar onde eles estão? Ia debochar da cara dele, quando senti uma sensação estranha, um desconforto no estômago, na minha mente, as palavras não iam sair da forma que eu queria, lembrei, era a maldita injeção que o jovem havia me dado, o velho começou a rir e disse que sabia que eu iria esquecer daquilo, então prosseguiu e pediu para que eu contasse tudo.
Sem me controlar, acabei contando tudo o que sabia, comecei a chorar, e sentia toda a minha maquiagem saindo, e as palavras saiam de forma que eu não podia segurar, disse a ele que um deles era um parente e havia me dado a proposta de dinheiro fácil e na época eu estava desempregada, admiti que fiquei encantada com a proposta, e como um de nossos melhores amigos tinha morrido por causa de uma prostituta revoltada por não receber o pagamento do serviço, decidimos começar por essa raça, e motivados pela adrenalina de matar, resolvemos acabar com o sofrimento dos moradores de rua, o mais incrível era encontrar dinheiro de pessoas que jamais imaginaríamos ter, e que graças a isso, conseguimos encontrar mais pessoas que também estavam dispostas a matar, o pior de tudo é que algumas não se controlavam e acabavam matando que não merecia, isso irritava muito, e hoje era o dia de aniquilar esses imbecis, até que alguns policiais haviam nos visto.
O senhor parou o meu discurso e percebeu o sorriso no meu rosto, ele levantou a minha cabeça que estava encostada sob a mesa, e apenas perguntou, onde eles estão? Eu sabia que o soro não iria me deixar mentir, mas uma proposta não seria nada mal naquela ocasião, até por que com o dinheiro que eu havia juntado poderia muito bem viver em paz por alguns meses, foi então que olhei para ele, com toda a maquiagem borrada, e apenas disse que se me deixasse em paz e os levaria até eles. Ele concordou, e então se virou para a janela preta, e disse para o jovem entrar na sala, para me remover da cadeira e me pôr no carro.
A sensação de estar numa cama de hospital voltou, mas dessa vez a única diferença é que eu sabia para onde estava indo, ia me lembrando da rua por algumas cenas, até por que sempre mudávamos de esconderijo para evitar a proliferação de pessoas diferentes, e só algumas continuavam a participar da organização. Foi assim, que eu os guiei e comecei a imaginar como seria a minha vida a partir desse momento, sem ver sangue, sem ver fogo, sem correr atrás de alguém e principalmente sem ver a policia.
Quando chegamos ao local, que estava como de costume escondido em meio às árvores, o jovem abriu a porta do carro, e pediu para que eu me retirasse e mostrasse onde era o nosso esconderijo, imediatamente pedi para que ambos me acompanhassem, e em meio a galhos batendo em minha face, e lama prendendo os meus pés, mostrei a eles o caminho e quando chegamos lá, tudo estaria perfeito, se não fosse por um motivo, aquela velha usina estava totalmente coberta por cinzas, por sangue, e havia diversos corpos jogados ao chão, com o seguinte dizer: “extermine algo e este algo te exterminará”, imediatamente comecei a correr, mas o senhor me perseguiu e me jogou ao chão e disse que o trato estava desfeito. Naquele momento todos os meus pensamentos foram embora, e acabei apagando.

81º edição conto/história
Projeto Bloínquês


lembrando que é apenas uma estória.

sábado, 20 de agosto de 2011

Desculpem eu ter sumido, aliás, nem sei por que eu digo que vou me esforçar para estudar, falta muita motivação e vontade, mesmo eu sabendo que o vestibular está ai. Pois bem, esse mês é meu aniversário, vou ficar mais velha e com isso mais responsável, eu espero.
Pessoal, dou uma dica para vocês: Leiam a notícia que saiu esse mês na revista Super Interessante, fala sobre a tecnologia juntamente com os homens, quando eu tiver um tempo escrevo um trecho aqui, mas ela  basicamente fala sobre um rapaz que perdeu parte dos movimentos das mãos mais ela continuava intacta, e ele 'insatisfeito resolveu substituir' para uma mão robótica com aparência natural, e a pergunta que fica no ar é: "Você acha isso certo? Ser meio humano e meio máquina", tanto que depois disso a revista dá alguns outros exemplos, como olhos que poderão enxergar no escuro, e máquinas que vão ler mentes.
É SUPER INTERESSANTE.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pessoal, venho me desculpar por ter deixado de postar. Mas vou acabar dando uma desativada aqui, e os posts ainda vão rolar de vez em quando.
Motivo: tentando estudar, até por que o vestibular está ai xD


Obrigado a todos que acompanham o blog.

sábado, 23 de julho de 2011

Cada dia que passa, meus sentimentos estão me dominando, e o pior de tudo, eles querem acabar comigo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O que seria isso?

http://weheartit.com/entry/12179939

Claro que eu sinto saudades, sinto dor, sinto angústia, sinto vontade de sentar em algum canto e ficar ali por um determinado tempo. Nunca me importei com nada, sempre deixei as melhores oportunidades seguirem um rumo mas nunca tentei correr atrás delas, nunca olhei profundamente nos olhos de alguém e disse tudo o que estava guardado, nunca esperei encontrar alguém que mudasse a minha vida, nem que fosse um amigo ou um namorado.
Sempre deixei tudo de lado, olhei para trás sem nem querer saber quem eu deixei lá, continuei andando e seguindo um caminho. Não importa, tudo o que você faz traz consigo uma consequência e uma verdade, traz ainda o prazer da solidão, da dor, do amor, da felicidade. Tudo sempre vai conspirar contra ou a nosso favor, mas é claro, que sempre vai depender da ação de cada um, em relação a sua vontade.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pessoal fiquei alguns dias sem postar, por que estava sem internet em casa D: e ainda falta um pouco de inspiração e criatividade nos meus pensamentos, faz muito tempo que não consigo pensar em algo agradável para postar. Mas daqui a alguns dias estarei postando como antes *-*
E feliz dia do amigo atrasado!

domingo, 17 de julho de 2011

Aquele momento que você cria expectativa para alguém te dizer uma verdade. E você tomar um rumo na vida.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Entre suas mãos e a minha há uma pequena diferença, a liberdade e a vontade. As suas se abrem para o mundo a minha se fecha para o desejo. A sua perde o caminho, a minha nunca o deixa fugir. Mas a minha se preserva tanto que não tem tempo de viver, já a sua viveu tudo o que podia e se foi dando espaço a um novo desejo.

sábado, 9 de julho de 2011

Garota de Programa.

http://weheartit.com/entry/11739545


- Espere um segundo, preciso de um cigarro. Pronto, podemos começar a entrevista.
- Bem, meu nome de programa é Karina, já o que consta na minha cédula de identidade é Victória, aos 18 anos resolvi entrar para a vida de garota de programa, muitas vezes já fui chamada de puta, prostituta, safada, entre outros nomes que eu acho que nem existem em nosso vocabulário, mas o que eu sempre dei risada foi o famoso Bitch americano. 
Não que eu tenha escolhido essa vida por que eu gosto de fazer sexo, mas é mais por um motivo de dinheiro mesmo, e o pior de tudo é que nós não somos tão bem renumeradas aqui quanto lá fora, uma vez eu consegui juntar certa quantia de dinheiro e fui para o exterior (a verdade é que eu fui enganada pelo meu proprietário quando comecei a me interessar por essa profissão e ele acabou me tornando uma prostituta ‘internacional’ sem meu conhecimento, e assim vivi a base de drogas e fazendo sexo com pessoas que nem conseguia ver o rosto, por sorte consegui escapar de lá) fora do meu país ganhamos cerca de quatro vezes mais, além de sermos bem tratadas, os rapazes nos elogiam, nos tratam com carinho, não é como aqui que um cara olha para você achando que você é uma vadia e manda entrar no carro dele, e ainda diz aquelas palavras bem feias como: "Chega aqui gostosa! Entra aqui no meu carro, vem ver a potência", acho isso tão baixo e sem sentido, aposto que eles não tratam as mulheres deles desse jeito.
Pois bem, como disse entrei para essa profissão por questão de dinheiro, no começo cobrava cento e cinquenta reais por hora e alguns achavam caro, eu era uma das mais baratas entre as garotas que estavam comigo, isso por que eu já estava independente e conheci uma galerinha lá que conseguia se virar com o dinheiro que arranjava no trabalho, nisso a gente vivia tudo junto, separava as roupas e acessórios do programa, e o restante era para se divertir nos outros dias, quando não tinha muito movimento.
Desculpe-me acabo entusiasmando e saiu do contexto da história. Mas, entrei nessa vida por falta de condições, cheguei a ter que deitar do lado de uma fogueira junto de uns mendigos da rua, pelo fato da minha família não ter condições. Tanto que um dia uma vizinha me disse que eu tinha que escolher entre ficar no meio daquela pobreza ou ir ganhar a vida, foi ai que eu resolvi arrumar as minhas coisas e viver do meu jeito, claro que eu não tive muita educação também, era muito desinformada aprendi a maioria das coisas na rua, tanto é que cheguei a me arrepender de diversas atitudes e aprendi a viver sozinha e do meu jeito.
Atualmente eu cobro bem mais do que antes, em torno de trezentos reais, pois conforme a gente vai aumentando a idade tem que aproveitar a beleza para lucrar, hoje estou com 25 anos, e nem parece. Poxa eu já nem sei mais o que dizer.
Se um dia eu chegar até um filho, eu vou pegar todo o dinheiro que eu juntei para dar uma educação descente para  ele, e vou explicar que o que eu faço é para o futuro dele, mas que ele nunca deve seguir essa profissão. Não por questão de dinheiro, e sim pelo o conceito que empregam você. Claro que já tentei trabalhar em outros lugares, mas quando ficam sabendo que você já deu para alguém de forma livre por dinheiro, eles mudam todo o conceito deles.

7ª Edição Profissão - Bloínquês

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Olhe, o mundo está caindo, e parece que hoje ele vai descer até os meus pés. Mas até lá, já não vou mais existir, e talvez nem meus filhos.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Relembrando a infância.

http://weheartit.com/entry/11626883
Pessoal, esses dias estava a conversar com um amigo, quando ele me mostrou a abertura do digimon 1, naquela mesma hora me deu uma nostalgia da infância *-*. Era incrível acordar todas as manhas, para assistir Digimon, cantar a abertura do Pokemon. *---------*
Eu tinha anexado um vídeo da abertura do Digimon, mas o YouTube parece não estar mais "liberando" a incorporações para o Blogger (se eu estiver errada me avisem).
Que tal lembrar mais um pouco? ;p

http://weheartit.com/entry/10551964
http://epguides.com/Medabots/
Hiei - Yuyu Hakusho *-* / http://weheartit.com/entry/10921541
É claro que tem bem mais, mas eu ficaria o dia todo aqui colocando imagens. *-*

terça-feira, 5 de julho de 2011

É uma irritação.

http://weheartit.com/entry/11588129

É uma irritação doentia que machuca todo dia, palavras não ajudam, não refletem, não explicam. Preciso de ajuda, não mental, nem braçal, preciso de uma ajuda diferente.
Quem sabe uma pessoa, um olhar, um toque, uma palavra, mude toda esta maldita dor. Talvez, apenas um remédio me ajude, a acabar com esta gripe.



   .....tava pensando o que?. Eu sinto todo dia a minha garganta me matando, talvez ela queira sair e ir embora de mim.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sempre parece.

http://weheartit.com/entry/11583399


A grama do vizinho sempre parece mais bonita, mais cuidada. Parece ser melhor que todas as outras. O problema é que não percebemos que a nossa, só é descuidada por procurarmos defeitos demais em nós mesmos, e vemos a qualidade dos outros.
Eles, não se importam com o que você pensa. Os que se importam, não tem a grama mais verde.

domingo, 3 de julho de 2011

Apenas mais um gole.



“Meu estômago está dando voltas e voltas, Joe...foi o que eu pensei em dizer, mas as palavras mau saiam da minha boca, eu mal conseguia me mexer, tanto que foi Joe que me trouxe até em casa.
Eu apenas pude sentir os batimentos de seu coração e ver os movimentos de sua boca, talvez estivesse me dando algum sermão, ou apenas estava pensando em voz alta, bem eu não me importo, mas preciso logo me deitar.
- Joe me coloque logo na minha cama! – foi à única palavra que pude dizer a ele, que saiu com tal entonação que o seu rosto fez um gesto assustado, mas delicado, era estranho ver ele com aquela cara.
- Calma Emanuele estamos chegando. Não se esforce eu sei que você não está bem.
Com total delicadeza eu pude sentir os seus braços envolvendo o meu corpo, as suas delicadas mãos me deixando suavemente na cama, pude sentir cada fio do meu cabelo encostando-se na cama, minha cabeça deitando delicadamente, e relaxando sobre o travesseiro. Era a melhor sensação que poderia sentir aquele momento, uma mistura de carinho, amor, enjôo, e ternura. Eu amei esta sensação por um bom tempo, e amei, a forma como ele segurou a minha mão.
- Obrigada Joe, nunca pensei que um dia seria tão carinhoso comigo. – nesse momento um sorriso idiota veio de encontro ao meu rosto, e eu não aguentei, eu tive que mostrar a ele, o quanto estava feliz.
- Invente de beber de novo, e eu nunca mais vou te buscar naquele bar. – ele riu.
- Não estava bebendo seu idiota, só estava relaxando a cabeça.
Joe simplesmente ficou cabisbaixo, ele sabia que não iria adiantar de nada os seus sermões, ele me conhecia mais do que ninguém, me conhecia mais do que minhas amigas, mais do que meu marido, mais do que qualquer um que estivesse presente na minha vida.
- Logo mais, preciso ir embora.
Estas palavras doíam mais do que qualquer outra, ele não podia me deixar sozinha em casa, meu homem estava trabalhando, ele precisava ficar comigo. Num impulso, a única coisa que  consegui fazer foi puxá-lo até a cama, e pedir para que fica-se mais, e assim, encostei a cabeça sob o seu peito, e agradeci por ele ter cuidado de mim.
- Eu sempre vou estar aqui, Irmã. - a última palavra que ouvi dele.”  

26ª Edição Roteiro - Bloínquês.

Um enorme vazio.


“Como eu odeio essa cidadezinha, já não aguento mais ver os mesmos rostos, as mesmas pessoas, as mesmas histórias. Nunca me importei com o fato de ser filha única, de não ter irmãos, acho isso até bom, pois não via a necessidade de correr atrás de alguém, tentando defendê-lo de uma pessoa que viria a bater nele ou o ameaçaria, isso se fosse um bom menino, agora se eu tivesse uma irmãzinha obviamente a deixaria solta no mundo para aprender da mesma forma que eu aprendi. Deixá-la-ia jogada ao chão sendo chutada por inúmeros meninos que iriam dizer o quão feio ela é, iria rir muito ao ver seus olhos cheio de lágrimas e suas roupas todas rasgadas, obviamente eu apenas diria a ela, para aprender sozinha com a vida.
Acho que já conhecem um pouco da minha vida, não que eu tenha sido abandonada em um orfanato desde nova e tenha perdido os meus pais, é só que eu nunca me conformei com o fato de não poder viver a minha própria vida, e correr os meus próprios riscos, mas não são esses os motivos de eu estar aqui, sentada, observando esta maldita cidade. Eu só esperava que este lugar pega-se fogo e se ficasse mais animado, odeio lugares quietos, parados e sem rumo algum, odeio quando todos olham para mim e querem saber de tudo da minha vida. Claro, já roubei, já aprontei demais, mas isso não quer dizer que estes seres têm que vir até mim e perguntar que diabos estou fazendo da minha vida.
Eu sei muito bem o que fazer da minha vida, e se eu for errar, vou aprender com isso. Me desculpe estou fugindo totalmente do real motivo de estar aqui, a verdade, é que eu me cansei de viver aqui, de ver as pessoas que eu amo tomando outros rumos, meus amigos já não são mais meus amigos, minha família está indo embora aos poucos, e com isso cresce um enorme vazio dentro do meu peito, queria tanto, que tudo volta-se atrás, e eu sei que um dos caminhos mais fáceis seria pular daqui, mas me falta coragem, e força de vontade. Por que eu sei que tudo vai melhorar. Por isso, a única coisa que posso fazer, é jogar fora as velhas lembranças que tenho do passado, e erguer a minha cabeça e esperar que um dia eu volte a ver os mesmos rostos de antes, mas quero que todos eles vejam a minha felicidade de poder vê-los de novo.
Apenas, gostaria de mandar um abraço e um beijo a cada um que se foi, mas que ainda vai voltar. Maldição, meus olhos se encheram de lágrimas.”

76ª EDIÇÃO VISUAL - PROJETO BLOÍNQUES

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Um pequeno segredo.

Itapira, 01 de Julho de 2011.

Querida vida,
Não sei nem por quais meios começar, nem ao menos como te dizer isso, mas agradeço por ter me privilegiado com alguns feitos maravilhosos. Pude observar ao longo de todo esse tempo meus queridos amigos, familiares, e os meus melhores inimigos, crescendo e se tornando algo que eu nunca imaginei que fosse acontecer.
É claro, que não agradeço por ter me feito lutar tanto, hoje estou aqui, sentada nessa velha cama de hospital, vivendo a base de soros fisiológicos, sem nem ao menos poder desfrutar dos mais variados doces que sempre amei. Mas, agradeço muito por encher meu caminho de desafios e decepções, pois foi assim que eu pude perceber quem estava do meu lado, e quem eu deveria estender minha mão mesmo depois de errar.
O pior de tudo, não é tentar me revelar a você, o pior é não pode agradecer aos que sempre estiveram comigo, que me alimentaram, fizeram do impossível para me garantir um bom futuro, e que eu acabei por agradecer assim, sentada numa cama qualquer, observando o céu, respirando este maldito cheiro, e ainda, nunca ter voltado atrás para dizer que me arrependi de ter fugido de casa, por um simples homem, que agora, nem sequer olha para mim.
Percebo, que serão minhas últimas palavras, o sangue começou a escorrer novamente pelas minhas pernas, sinto a dor aumentado a cada segundo, não irei aguentar mais. Mas por cada instante desses, eu faria tudo de novo.

Obrigada.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Acabou

Sim pessoal, lembram que eu disse que estava com o tempo meio que apertado, e por isso não estava mais postando? Pois é, a partir dessa semana, isso já vai acabar, ontem (28/06) foi realizada a minha apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso, o chamando TCC que muitas pessoas tentam fugir com medo. E realmente, não é fácil não, eu fiquei super nervosa, mas assim que disponibilizarem algumas fotos, eu coloco aqui (Acho que perdi muitos leitores por causa desse sumiço, mas eu sei que vou recuperá-los).
Pois bem leitores, irei voltar a ativa aqui no blog, e vou dar um trabalhada no layout dele, pelo menos tentar fazer meu próprio layout, só falta um pouco de vontade.
Até mais.

terça-feira, 17 de maio de 2011

tsc....

http://weheartit.com/entry/9222593


Imagine se um dia, você estivesse indo ao banco, ao supermercado ou estivesse realizando alguma prova, e alguém olha para você e diz “espere um minuto, você tem alguns benefícios, você é diferente de todos nos aqui, que tal aproveitar-se deles? Até por que, você os ganhou por ser diferente, alguns de nós gostaríamos de ser assim, mas muitos odeiam pessoas assim.” Seria realmente estranho, não seria? Mas, não seria ainda mais estranho, se dizerem que por você ser diferente, não pode ter nada em comum com o resto da população?
É estranho pensar assim, por que vivemos num país de maior diversidade cultural e étnica, e mesmo assim, todos tentam achar um modo de prejudicar alguém, ou de mostrar que o preconceito sempre vai existir, e que não adianta lutarmos contra ele, sempre vai haver alguém para nos dar um tapa na cara, para percebemos a realidade, ou até mesmo, para tentar nos impor alguma forma de que deve existir diferença entre nos, mas apenas uma pessoa é perfeita, e que os outros, não passam de outros.
Mesmo com milhares de pessoas tentando nos dar esse tapa, ainda existe órgãos que reconhecem que as pessoas SÃO IGUAIS SIM! E que merecem direitos iguais, não importa a escolha sexual, a religião, o estilo musical, o que importa é que essa pessoa é como qualquer outra.
Digo isso, por que sou a favor, da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de reconhecer a união de homossexuais, por que assim como TODOS, homossexuais são pessoas, tem sentimentos, e também querem ter uma vida, mas muitos não podem, por enfrentar o preconceito, mas muitos deles se orgulham disso, como o fato de alguns poderem ter filhos, graças à medicina (inseminação artificial) e que se sentem felizes com essa escolha (li algo sobre numa revista, em que um casal de mulheres teve gêmeos graças à inseminação artificial e se orgulhavam quando perguntavam “quem é a mãe?” e respondiam que ambas eram a mãe).
O que quero dizer, é que na maior parte de nossas escolhas, decisões, devemos sempre nos impor no lugar de uma pessoa, e imaginar como seria viver daquela forma, quero dizer, imagine, viver numa sociedade, que não te considera como pessoa por causa de uma determinada opinião ou posição, mas que se não houvesse conhecimento de tal ato, estaria te apoiando em tudo. Então, vamos por um fim logo há esse preconceito idiota?

ps: estava sem criatividade para o título, para quem geralmente assiste animes ou algo assim, o "tsc" vai para o preconceito.
60ª Edição Opinativa - Decisão do STF