quarta-feira, 28 de julho de 2010

Era a vez dela.

Agora era a vez dela, de dizer à ele que não tinha mais volta, que os anos iriam passar, que ela não lembraria mais da face dele, mas ela não achava que o garoto fícticio, do "ele resolveu esqueçer." resolveria mesmo, fazer o que ela havia dito, ela deveria ter seguido teu institinto, ter esqueçido de uma vez, daquele amor que não valeria a pena, daquele rapaz, que apenas prometia, que não fazia nada, só tinha cara, não tinha coração, só dizia, e não alegrava.
Mas, ela se prendeu demais, ao rapaz, que agora, sofria, chorava, por ter dito a ele, que iria esqueçer dele, mas, ela via ele, e ela, junto naquela rua, ele estava lindo, quem era aquela garota?, por que ela tinha que assumir o meu lugar?, era só o que ela queria saber. Pensava que fosse de verdade, que iria valer a pena, que todas as promessas eram de verdade, mas não, não passavam de mentiras, ela só sabia, pegar seu presente, bater nele, e deixá-lo jogado no chão, pegá-lo novamente, e se por em lágrimas.
Mas, ela cansou disso, esses 4 anos e 5 meses, não valiam mais a pena.

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