domingo, 27 de junho de 2010

Poluição e atitudes idiotas.

(foto: Alexandre)

Diariamente podemos observar noticias e acontecimentos relacionados à poluição, mas, o que não levamos em conta é o quanto deixamos esses problemas de lado, e jogamos a culpa no governo, esquecemos que nós que fazemos parte do mundo e que apenas nós podemos evitar tudo, que somos uma população capaz de fazer um grande protesto de se unir e de tentar acabar com toda essa poluição, esse desmatamento, essa catástrofe ambiental.

A cada dia que passa, podemos observar que num dia de chuva, mais uma cidade foi alagada, que o lixo “bóia” no meio de tudo aquilo, vemos, casas sendo destruídas pelo desmoronamento de terra, que simplesmente, caiu sobre uma casa que não devia estar em tal lugar, agora, vemos pessoas morrendo, por motivos simples, A poluição, a ação do homem, o gosto de querer popular, e não ligar para nada, o egoísmo humano.
O problema, é que decidimos mudar algo, quando algo de grave acontece com alguém próximo a gente, quando vemos um vizinho ser vitima de uma enchente que aconteceu em tal bairro, e ele foi levado pela correnteza e morreu, ou quando um parente nosso, diz simplesmente, que certo ponto está desmoronando e ninguém faz nada para resolver, e mesmo em tal situação de risco, ninguém se importa se vai cair e vai ocasionar na morte de tal pessoa.
Agora, observamos rios que brilham por causa da poluição, e o homem tenta parar com tudo, construindo barreiras para que a água não polua ainda mais, e que não importa se os peixes que estão ali morram, tudo que importa é tentar proteger a espécie humana da água que brilha, e ainda, só tentar acabar com o “problema” por que a população depende daquela água, pois caso contrario, deixariam aquele lago ainda mais “imundo”.
O pior de tudo, é construir casas em locais de risco, e nem ao menos fazer nada para dizer “pare, você pode morrer”; e ainda, utilizar do solo, apenas para a alimentação e muitas vezes jogar nele produtos tóxicos que acabem com toda a “resistência” dele, tornando ele inutilizável, e ao invés de criar maneiras de reaproveitar tal lugar, resolvemos achar outro lugar para repetir o mesmo processo, mesmo que tal processo seja “legal”, ainda existem muitos locais que utilizam do solo como algo “clandestino”, utilizando fertilizantes “fortes” demais para o solo, ou até mesmo para o alimento que se faz ali.
Agora, vemos tantas pessoas morrendo e tomando atitudes erradas, e não fazemos nada. Mas, espero que, o exemplo de Santa Catarina, do rio Tiete de São Paulo, ou até mesmo o rio Tai da China, ou até mesmo da garota de 13 anos que morreu vitima de desmoronamento na Zona Sul de São Paulo, sirvam para mostrar o quanto estamos errando, e que devemos, logo, fazer algo para mudar essa situação.

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